Rio de Janeiro

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A cidade maravilhosa pede opções à altura

O Rio de Janeiro tem a segunda maior ciclovia da América Latina, perfeita para explorar as belezas naturais da cidade. É considerada também o destino gay preferido do mundo inteiro e 90% da receita do cinema brasileiro vem de filmes produzidos na cidade – afinal, ela tem todo o tipo de cenário: Praia, prédios históricos de épocas e estilos diferentes, monumentos, floresta, baladas de todas as vertentes musicais possíveis e imagináveis, enfim opções de lazer para todos. E agora? O que fazer numa cidade tão eclética como essa? o Lugares no Mundo te dá as coordenadas!

PRAIAS

Você provavelmente pensou em viajar para o Rio de Janeiro com a imagem mental das praias, mulheres de biquínis minúsculos e caipirinha. Normal. Mas qualquer um percebe que o encanto do drinque só hipnotiza turistas, afinal os cariocas de raça, hábito ou convivência não dispensam a cervejinha e o chope. Vá até Grumari, linda praia dentro de uma área de proteção ambiental onde ônibus são proibidos e que fica a cerca de 20 km da Barra da Tijuca. Alugando um carro ou arrumando uma carona, no entanto, você chega perto do paraíso.

Mas se não tiver jeito e é de caipirinha que você gosta, vá até a Praia da Macumba. Depois a praia do Recreio é obrigatória por sua beleza e sossego, o que costuma atrair as celebridades locais, que tentam e nem sempre conseguem, escapar dos paparazzi. Já a Prainha tem quiosques, muitas ondas e uma vista maravilhosa.

As praias do Arpoador, Ipanema e Leblon, são clássicas, onde você pode viver uma das vantagens de ser carioca: Sair da praia de chinelo direto para o supermercado, para o bar, para o shopping e ser considerado absolutamente normal. Só não esqueça de limpar a areia dos pés e de uma vestimenta apropriada (muitos estabelecimentos proíbem a entrada em traje de banho, mas com um vestido ou bermuda por cima é ok).

SE NÃO DER PRAIA...

Se o tempo estiver ruim, esqueça o Cristo Redentor ou o bondinho do Pão de Açúcar, já que a visibilidade lá de cima estará comprometida. Poucos sabem que esse nome faz referência apenas ao morro mais alto e o mais baixo chama-se Morro da Urca. Vale a pena esperar um dia quente e sair de casa ou do hotel com bastante dinheiro, pois frequentemente acontecem festas incríveis lá, que apesar de caras, reúnem três fatores imperdíveis: Vista do Rio à noite, pessoas bonitas e música boa.

Nos dias nublados opte pelos museus, centros culturais e prédios históricos – a maioria com entrada franca ou custando menos de R$10. Que tal um tour pelo Centro da cidade? O Museu de Arte Moderna não apenas abriga ótimas exposições como é um exemplo de arquitetura dos anos 50, projetado por Affonso Eduardo Reidy e jardins de Roberto Burle Marx. Na sequência, o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu Histórico Nacional são paradas obrigatórias antes de passar pela Caixa Cultural e, enfim, chegar ao "triângulo" formado pelo Centro Cultural Banco do Brasil, que costuma ter uma programação incrível, o Espaço Cultural dos Correios e a Casa França-Brasil.

Passando mais tempo na cidade, você pode aproveitar para conhecer o Museu Carmen Miranda, que conta com uma coleção de mais de três mil peças do acervo da Pequena Notável (e ainda pode passar na frente da casa onde ela morou, no Arco do Teles); o lindo Museu das Telecomunicações, que ocupa um andar inteiro do espaço Oi Futuro (outros andares são ocupados com exposições, eventos e um café com wi-fi liberado); o Planetário da Gávea e o Planetário de Santa Cruz, com sessões de cúpula de tirar o fôlego; o Espaço Cultural da Marinha, na Praça XV, onde é possível entrar em um submarino de verdade e numa réplica de nau da época dos descobrimentos; o Museu Nacional na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, considerado o maior museu de História Natural e Antropológica da América Latina (e, de quebra, do lado do Zoológico); o Centro de Memória do Carnaval, na sede da Liga Independente das Escolas de Samba, e a fantástica Cidade do Samba, na Gamboa (zona Portuária), um verdadeiro parque temático da indústria dos desfiles carnavalescos. Como é possível perceber, opções em dias de chuva não faltam. 

Tem mais um tempinho no Rio de Janeiro? Tire um dia para visitar o Museu Aeroespacial, no Campo dos Afonsos, considerado o berço da Aviação Brasileira e que tem um acervo com cerca de mil objetos dos pioneiros da aviação, além de, é claro, aeronaves antigas.

Parque da Catacumba - Recentemente revitalizado, possui uma área de lazer para todas as atividades possíveis e imagináveis. Piqueniques, escalada, rapel, tirolesa e uma pequena trilha de cerca de 15 minutos que leva até a Pedra do Urubu, uma das vistas mais bonitas da Lagoa, de Ipanema e do Leblon.

Feira do Lavradio - Todo primeiro sábado do mês acontece essa feira onde é possível encontrar de tudo. Roupas acessórios, antiguidades e outras boas compras ao som de músicas bem brasileiras. Para chegar basta seguir pela Rua do Ouvidor até chegar à Rua do Lavradio.

ONDE COMER?



Difícil dizer o que é a comida típica do Rio de Janeiro: Essa gastronomia tem ascendência primordialmente portuguesa e negra, com um forte núcleo árabe e, como todo bom balneário, frutos do mar deliciosos. No Rio de Janeiro, coma como os cariocas:

Bar do Mineiro -Segundo reza a lenda, a melhor feijoada da cidade.Sta. Teresa.

Confeitaria Manon - Se for quarta-feira, encarar um prato de carne de caça, é essencial. Centro.

Casas Pedro - Conhecida casa de temperos e especiarias, com lojas espalhadas por vários bairros, assim como a anterior a pedida por aqui são as esfihas. Centro.

Casa Cavé - Todo mundo que passa pelo Rio, precisa comer pelo menos um doce aqui. Centro.

Porcão Rios - Em pleno Aterro do Flamengo está localizada essa churrascaria que, diferentemente do que o nome sugere, é cara. Mas o preço vale cada centavo já que a comida é fantástica. Aterro do Flamengo.

Miam Miam - Comida caseira feita com muito estilo. Ideal para casais, amigos, todos, o restaurante simplesmente vai bem com tudo. Se gostar de algum objeto da decoração ele pode ser seu, porque tudo no restaurante está à venda, espelho antigo, cadeira, poltrona com design, abajur, o que você quiser. Botafogo.

Oui Oui - Acompanhados de um bom vinho, pratos como costelinhas caramelizadas com purê de abóbora, camarões com pupunha gratinados com zabaione, filé mignon marinado em capim-limão. Botafogo.

Sorveteria Mil Frutas - Se o calor apertar e a opção for aquele sorvete, esta sorveteria te deixará com uma cruel dúvida para escolher um sabor entre tantas opções. Jardim Botânico/ Lagoa.

Mamma Jamma - A melhor pizzaria da cidade se você gosta dessa especialidade italiana feita de forma rústica e dispensa o ketchup (lembrando que a pizza com ketchup não é uma prática tão comum como diz a lenda, e os adeptos costumam fazer isso na privacidade do lar. Jardim Botânico/ Lagoa.

Palaphita Kitch - Um quiosque, perto do Corte do Cantagalo cujo tema não poderia ser mais agradável: Amazônia. Em total harmonia com o jeito natural de ser do carioca, comidas leves com ingredientes típicos, além da infinidade de sabores de caipirinhas. Jardim Botânico/ Lagoa.

Zazá Bistrô - Com um cardápio exclusivo que mistura ingredientes orientais aos tipicamente brasileiros, e com uma decoração super aconchegante. Ipanema.

Sushi Leblon - Se pretende ver e ser visto (e com disposição para enfrentar uma boa fila de espera), seu destino é esse badalado e global sushi, o primeiro restaurante japonês do bairro. Leblon.

Confeitaria Colombo - Fundada em 1894, a bela construção com arquitetura típica da Belle Epoque e um toque do Art Nouveau, é um ponto turístico por excelência. Tomar um café no ambiente por onde já passaram Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Villa-Lobos, Juscelino Kubitschek, entre outros, faz qualquer um se perder no tempo. Copacabana.

Fogo Carioca - A especialidade da casa são os pratos flambados. Prove o  Camarão Proibido, camarões flambados com arroz negro, carambolas e pimenta rosa. Copacabana.

Adega Tudo do Mar - Saindo do circuito Centro/Zona Sul para comer bem e barato, a boa pedida é pegar um trem até Marechal Hermes, pedir o sensacional risoto de arraia com aquele pirão divino, que servem muito bem duas pessoas por menos de R$50... com direito a roda de samba! Marechal Hermes.

Mercado São Pedro - De uma passada por Niterói, onde se pode comprar peixes, lulas, polvos e camarões frescos e prepará-los na hora, nos humildes boxes que formam o restaurante do segundo andar. Niterói.

NOITE

A noite carioca também tem espaço para todos os gostos, bolsos, tribos e pricipalmente para aqueles que querem tudo junto, querem se misturar, porque só assim é possível perceber a combinação de tendências, estilos e sabores que é a vida carioca, e com larga vantagem para quem gosta de samba e choro.

Para dançar:

Na lapa o Carioca da Gema, Clube dos Democráticos, Lapa 40 Graus, Rio Scenarium - Lugares mais conhecidos onde é possível dançar um samba coladinho devagar ou se acabar na pista da gafieira – sem restrições. No Parada da Lapa rola samba quase todo dia mas também tem forró, funk e salsa. O Teatro OdisséiaFestas de MPB, mas também abre para shows de rock e pop jovem. Já na Fundição Progresso e o Circo Voador tem de tudo, veja a programação do dia. No TribOz, aproveite o melhor do Jazz. A Choperia Brazooka como o nome já sugere combina deliciosos chopes com música popular brasileira. Lapa.

A Nuth e Baronetti fervem até altas horas, com público jovem e som mais comercial. O 00 (zero-zero), na Gávea, tem um ambiente sofisticado e elegante, drinks coloridos e uma programação diversificada, voltada para gêneros eletrônicos e black music. O Gig Lounge, em Ipanema, não chega a ser uma boate, mas a decoração retrô, a programação musical indie/pop/electro um pouco mais alternativa e a vizinhança analógica (a loja da Lomo Brasil fica no mesmo prédio) além dos drinks fabulosos da Sandra Mendes fazem do local uma parada obrigatória. Zona Sul.

Samba do Ouvidor - Esse é para os que não dispensam os programas culturais alternativos que uma cidade pode oferecer.  Para quem não conhece o centro é meio arriscado ir sozinho, sempre vá com alguém que saiba se virar por lá ou com um grupo grande. Suba a Avenida Rio Branco até chegar na transversal Rua do Ouvidor para, em determinados sábados, encontrar o melhor samba de rua da cidade, o Samba do Ouvidor. Geralmente começa às 15h30 e para saber a programação da roda acesse aqui. Centro.

Mariuzinn - Há duas casas, uma no centro da cidade, mais especificamente na Cinelândia (que começou a ser revitalizada em 2010) e outra no bairro mais famoso do Rio de Janeiro, Copacabana. A Mariuzinn da Copa é uma boate voltada para o público que quer quebrar tudo e dançar todos os estilos de música a madrugada inteira, e por todos os estilos entende-se: do pop ao funk - com destaque no funk.

Bares e botecos:

Beco do Rato - No bairro que merece uma matéria só para ele, é possível encontrar de tudo, e a graça maior é caminhar por suas ruas até encontrar o seu lugar, o que certamente acontecerá. O Beco do Rato segue a linha dos bares mais antigos, os tradicionais sujinhos, hoje frequentados pelas pessoas descoladas da cidade, meio intelectuais, meio de esquerda como já disse Antonio Prata. Lapa.

Bar da Ladeira - Um dos bares mais procurados para o momento do happy hour após o trabalho de cada dia. A música predominante é a do circuito alternativo e amantes do vintage, encontram lá um sebo de discos vynil para encontrar verdadeiros achados. Lapa.

Plano B - Um sebo de vinil que realiza shows de música experimental, oficinas de software livre para produção de áudio, circuit bending e sessões de filmes antigos e obscuros. Uau! Lapa.

Boteco da Garrafa - Nem de longe é a melhor opção do bairro, até porque existe outra filial em Copacabana o que tira o ar de exclusividade tão presente na Lapa. O bar conta com cervejas importadas de todos os cantos do mundo e vale para quem acha que não existem opções arrumadinhas naquela região. Lapa.

Bar Luiz - Variados tipos de cerveja e chope estão presentes, mas a estrela da casa é a culinária típica alemã. Centro.

Astor - O ar retrô de suas poltronas vermelhas e luzes amarelas dão uma aparência bem charmosa ao local. Prove o Rocket Martini que leva gim, licor de lichia, purê de morango e folhas de rúcula. Ipanema.

Belmonte - Deliciosos kebabs, prato típico da culinária turca acompanhado da universalmente querida, cerveja gelada. Além do prato típico e possível comer diversos sanduíches, pizzas, peixes com vários preparos e beber as mais finas cachaças de Salinas. Ipanema.

Barthodomeu - Considerando a localização, os preços dos petiscos são bem acessíveis. A cebola recheada com camarão e catupiry faz qualquer um esquecer a dieta. Ipanema.

Boox - Um dos hotspots da noite carioca. Uma combinação muito equilibrada entre música e gastronomia. Culinária italiana, japonesa e contemporânea ao sim de djs residentes. Ipanema.

Shenanigan´s Irish Pub - Ideal para tomar uma Guinness enquanto assiste algum jogo ou show ao vivo, além das muitas opções de cervejas. Cuidado com o atendimento, o serviço às vezes deixa a desejar. Ipanema.

Botequim Informal - Um boteco mesmo, um antro para louvar o chope, com todas as suas delícias de petiscos, mas que fosse de certa forma arrumadinho, com banheiros bons para as namoradas e frituras com aparência saudável, por mais contraditório que isso possa parecer. Copacabana.

Pavão Azul - Um dos bares que já virou ícone do Rio de Janeiro com 50 anos de tradição. Possui de longe o melhor bolinho de bacalhau da cidade. Copacabana.

Manoel & Juaquim - Petiscos tradicionais, chope gelado e cachaça artesanal da casa, a combinação perfeita para uma noite bem aproveitada. Copacabana.

Bar do Adão - No melhor estilo boteco com seus famosos pastéizinhos. Tome uma boa gelada acompanhado do pastel de queijo brie com damasco, gorgonzola com nozes e camarão e até feijão temperado com queijo parmesão. Tijuca.

Jobi - O pequeno bar é ponto de encontro pós-praia. Apesar de pequeno é muito simpático, mas não tanto quanto o garçom Paiva, que já virou marca registrada do bar, e se você der espaço ele tem altas histórias para contar. Leblon.

Bracarense - A combinação bom e barato consegue agradar a gregos e troianos. Chope sempre gelado e petiscos que derretem na boca como o criativo bolinho de feijoada ou de couve-flor com camarão.  Qualidade nos petiscos e bebidas. Aliás, o chope escuro do Bracarense é absolutamente perfeito. Leblon.

Tropeço  - Um dos os bares da região que faz o estilo boteco e é muito bem frequentado por um pessoal mais jovem. A porção de pastéis é imperdível e o mais legal é que a decoração irreverente da casa e cheia de fotos de pessoas caindo ou tropeçando. Leblon.

Baixo Gávea - Lugar certo se seu objetivo é fazer uma social, conhecer pessoas e tomar cerveja em pé na calçada mesmo, o  é o seu lugar: Os bares no entorno da Praça Santos Dumont estão sempre cheios de gente. O Posto 9 está sempre a postos para receber quem sai da praia e não liga para esse trocadilho infame.

Posto 9 - Sempre pronto para receber quem acaba de chegar da praia e quem não tem hora pra sair dela. A região do posto 9 na praia de Ipanema recebe um público que varia das patricinhas e malhados aos gays descolados. Ele serve tanto quanto destino quanto ponto de encontro da turma para se reunir em outro lugar. 

Alternativos:

E por falar em alternativa, Casa da Matriz, Cinematheque, Pista 3, Cine Lapa (com uma programação que vai de rockabilly aos ritmos do leste europeu), Rock'N'Drinks, Fosfobox e Bukowski fazem a alegria do público rock afeito à pista de dança, com um ou outro pocket show. A Casa Rosa, em Laranjeiras, tem uma programação eclética, basta escolher o dia que te agrada mais, e vale saber que antes de bar o lugar era um bordel, mas o clima de cabaret se perdeu no tempo. Dama de Ferro, Le Boy, La Girl e The Week agradam em cheio o público GLS.

Chiquérrimos:

Um microcosmo da altíssima sociedade, tem em locais (pouco) exclusivos no Rio, seu habitat natural. Um café da manhã pode custar R$ 62,00 por cabeça? Pode e na Escola do Pão custa, mas vale cada centavo. Já na versão carioca do Baretto, bar do hotel Fasano de São Paulo, o Baretto-Londra, desfrute de drinks classudos em clima que pretende remeter à velha Londres. No quesito refeição, seja para almoçar ou jantar, a High Society carioca se esbalda no disputado Olympe, sob a batuta de Claude Troisgros que comanda a ópera gastronômica, nesse que é o restaurante da vez. Ousado, inovador e caro, luxo para quem pode.

HOSTELS

É cada vez mais comum os turistas optarem por albergues ao invés dos tradicionais hotéis. Primeiro pelo preço que acaba saindo mais em conta e segundo pelo ar mais intimista de estar em um casa bonita e poder conhecer gente nova de toda a parte do mundo, quase como um mini intercâmbio, portanto bastante procurada por jovens.

Pousada Bonita - Localizada em Ipanema, essa aconchegante casa rosa possui piscina, sinuca, redes, tudo o que é possível imaginar para tornar sua estadia mais agradável, além de ter convênios com muitos passeios pela cidade e arredores como Angra dos Reis. Os preços variam de R$45 a R$290 de acordo com o tipo de quarto, os equipamentos e se é compartilhado ou não. A casa onde hoje é a pousada foi, de ninguém menos que Tom Jobim.

Rio Hostel -Com duas unidades, uma em Ipanema e outra na simpática Santa Teresa, perto da lapa e literalmente do lado da floresta. A casa já é hospedagem favorita dos gringos e além do café-da-manhã incluso no pacote oferece lanches e ótimos drinques para aqueles momentos de preguiça para sair. Os preços variam de R$37 a R$180.

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Crédito das fotos: Divulgação.

 

Créditos: Cristo Redentor

Última atualização em 11/12/2012 as 10h36

Thomas Iacocca

esportes, praia, noite

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